quarta-feira, outubro 15, 2008

.:Sua Voz:.



Foto: Retirada da Internet


Quero lhe ver tocar,
Lhe ouvir cantar
Quero lhe encontrar quando subir as escadas.
Ouvir sua voz quando ligar o meu rádio.
Sentir o seu cheiro invadir o meu quarto.
Quero sentir o seu amor penetrar em meu corpo.
Sentir o teu gozo quando estiver perdendo as minhas forças.

Renata Zonatto

13 comentários:

incriveiscarros disse...

Passando pra diexar um olá...e dizer que teu blog ta nota 10 !!!!!!

Dentro da Bota disse...

muito apaixonate estas palavras...

Beijinhos...

Gi, Roma

Baton e etc... disse...

Envolvente e apaixonante... A ilustração ficou perfeita...

adaobraga disse...

Exceto de ouvir a minha voz quando ligar o rádio, o restante da lista, nós correremos atrás

Quase Trinta disse...

eu quero ter alguém pra querer tudo isso com ele

Cirilo Veloso Moraes disse...

Querer somente não basta. Vá lá e faça!

;)

Anne Maria disse...

Palavras cheias de paixão, que coisa linda de ler no começo do dia!

bjo gde

Rodrigo disse...

DIRETA AO PONTO. COMO AS PALAVRAS DEVEM SER, PROVOCANDO OS SENTIDOS.

Poeta Búfalo Suburbano disse...

Como é bom o querer. Aliás, existe o bem querer, que faz bem, e o mal querer, que é o apêgo ao extrêmo.
Lindo! Bjs!

www.bufalosuburbano.wordpress.com

cintia1971 disse...

oi querida, tem um selo p vc no meu blog, beijos

cintia1971 disse...

oi querida, tem um selo p vc no meu blog, beijos

João JR disse...

....maravilhoso Renata.....!
beijinho grande:)

Para sempre, e assim será... disse...

Tenho tanto medo de chegar ao fim da vida
Sem ver coisas
Feitas todas
Só pra mim

Não ter cuidado a quem me cuidou
Amado ao menos, quem merecia
Ter percebido o tempo que passou

Porque não voltei quando tive saudade!?
Porque não ouvi minha vontade
Quando tudo que ela dizia
Era pura verdade?

Tenho medo de me arrepender
Não ter gritado os versos que engoli
Por ter continuado orgulhoso e doloroso
Mas desejando, desesperadamente, voltar, humilde e generoso

Me arrependo já
De coisas que ainda posso concertar
E mesmo sabendo, vivo ignorante
Sem olhar ao relógio

Vivendo e morrendo...
Pouco a pouco envelhecendo
Descartando a mais óbvia possibilidade
De ser realmente, pra sempre, feliz.